Nesta quinta-feira, dia 22 de outubro, ocorreu o seminário “Jurisdição, Memória e Reparação: O Papel da Justiça no Resgate de Memórias Silenciadas”, realizado na sede da Corte, no Centro do Rio de Janeiro.
O seminário foi aberto pelo Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), Desembargador Federal Luiz Paulo da Silva Araújo Filho.
A mesa de abertura contou com a participação da Juíza Federal Adriana Alves Cruz; do Juiz Federal Auxiliar da Presidência do TRF2, Frederico Montedonio Rego; da Diretora de Comunicação Social da Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes), Juíza Federal Fernanda Djahjah, representando a Presidência da entidade; e da Diretora-Geral do Arquivo Nacional, a Historiadora Mônica Lima.
A primeira mesa, intitulada “Perspectivas sobre Escravização: Direito à Memória e Reparação”, teve como referência o relatório produzido pelo Grupo de Trabalho “Memória da Escravização e da Liberdade”, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O debate reuniu a Juíza Federal Adriana Alves Cruz, o Procurador da República Sergio Suiama e a Diretora-Geral do Arquivo Nacional, Mônica Lima, sob a mediação do Juiz Federal Carlos Adriano Bandeira.
A segunda mesa, “Memória, Verdade e Justiça: Desafios da Responsabilização Estatal”, abordou o papel das instituições públicas na garantia do acesso à informação, na preservação de registros históricos e na prevenção de novas violações de direitos. Participaram a Defensora Pública da União Carolina Castelliano, o Procurador da República Julio Araújo e o Juiz Federal Frederico Montedonio Rego. A mediação coube à Desembargadora Federal Simone Schreiber.